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Chegou o último dia do prazo: Julián Álvarez precisa dar hoje seu veredicto final ao Atlético de Madrid — ficar ou ir para o Arsenal

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De acordo com relatos do Mundo Deportivo, Julián Álvarez faltou ao treinamento pelo terceiro dia consecutivo. Ele precisa dar sua resposta ao Atlético de Madrid hoje, decidindo se permanece no clube ou conclui uma transferência para o Arsenal.

Muitos acreditam que essa novela chegou ao fim, mas a parte mais importante — o próprio Julián Álvarez — continua gerando novas incertezas. O jogador argentino não participou dos treinamentos do Atlético de Madrid por três dias seguidos.

Inicialmente, o Atlético de Madrid citou “desconforto físico” para explicar suas ausências, mas a situação se arrastou por tanto tempo que o jogador pode, muito provavelmente, perder a partida contra o Sevilla.

Julián Álvarez mais uma vez não participou do treino coletivo do Atlético de Madrid hoje, registrando sua terceira ausência consecutiva. Fontes do clube afirmam que ele ainda sofre de “desconforto físico” e continua se sentindo “indisposto”.

Enquanto isso, seu futuro segue sob intenso escrutínio, especialmente depois que o CEO do Atlético de Madrid, Miguel Ángel Gil Marín, criticou publicamente o Barcelona e o agente do atacante. Gil Marín expressou sua আশা de que Álvarez permaneça no Atlético de Madrid, mas acrescentou que consideraria soluções alternativas caso o jogador tivesse dúvidas — desde que ele não seja transferido para o Barcelona.

O jogador precisa dar sua resposta ao longo do dia, escolhendo entre permanecer no Atlético de Madrid ou assinar com o Arsenal.

Como o CEO do Atlético de Madrid tem repetido nas últimas semanas, o clube não negociará em hipótese alguma uma transferência com o Barcelona pelo atacante. O Barcelona apresentou no fim de maio uma proposta de €100 milhões, parcelada em seis vezes, que foi rejeitada categoricamente pelo Atlético de Madrid. Além disso, caso Álvarez queira se juntar ao Barcelona, o Atlético de Madrid insiste que o clube precisa pagar integralmente a cláusula de rescisão de €500 milhões.